Hoje na aula de oficina de ideias, tivemos de escrever um texto com o título assim: 'Se você não fosse o que é, o que gostaria de ser?'
Há tantas coisas as quais eu gostaria de ser... Foi complicado escolher;
Pensei em ser o amor, pois se eu fosse o amor, por mais que as vezes eu ferisse o coração de alguém, seria o sentimento que mais completa, que mais alegra, que mais aconchega, que mais compreende. Seria o sentimento mais puro e verdadeiro. Seria o sentimento que pode mudar o mundo para melhor. Seria o sentimento que Jesus teve por nós quando se sacrificou para nos salvar! E a falta do amor (de mim no caso), só causaria prejuízos, solidão, amargura, tristeza..
Mas amor não pude ser, porque já tinha gente que gostaria de ser.
Pensei então em ser o tempo. Se eu fosse o tempo, seria o tal do remédio que sara certas feridas. Seria o comandante da vida. Acompanharia você em sua infância, o veria crescer, aprender, errar, amadurecer, viver, e depois sua morte. Seria o ontem, hoje e amanhã! Entenderia melhor por que hoje o mundo está como está. Seria a dona de todos os seus momentos, bons ou ruins.
Também pensei em ser um pássaro. Aproveitaria minhas asas para 'fugir' toda vez que algum problema surgisse, que alguém me ferisse, que alguém tentasse me 'prender na gaiola', que me julgassem. Voaria por todos os lados para assim conhecer todas as faces e fases da vida. Seria simplesmente livre.
Mas por fim, resolvi ser a esperança. Não me lembro ao certo o que escrevi, mas foi mais ou menos assim:
'Eu sou a esperança. Sou a última que morre.Sou aquela a qual você nunca deve perder. Sou o lema: "quem acredita, um dia alcança." Sou o sentimento que as pessoas mais deviam ter em suas vidas. Quem não me tem no coração, não acredita em sí mesmo e nem em seus sonhos. Então, se quer ser feliz, nunca me deixe morrer dentro de você!'
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Lívia Souza